O ex-jogador do Flamengo já deveria ter comparecido a delegacia nessa segunda para esclarecer fotos suspeitas que foram divulgadas pelo jornal ‘O Dia’, mas faltou. Nas imagens, o atleta porta armas – que seriam de mentira – e faz sinais de uma facção criminosa.Se naquela ocasião Adriano teria que depor sobre as fotos, hoje ele simplesmente ajudou na apuração do inquérito. Ainda assim, o Ministério Público pediu que a Polícia Judiciária investigue acusações publicadas pelo ‘O Dia’ contra o centroavante. Adriano teria se envolvido em negócios com
traficantes de drogas da Vila Cruzeiro.O Ministério Público afirmou, em nota divulgada à imprensa, que “considera gravíssimos os fatos que põem o jogador como suspeito e que há fortes indícios de que ele tenha repassado dinheiro ao traficante Fabiano Atanásio da Silva, o FB”, líder de uma facção criminosa. Após o depoimento, o jogador não quis falar com a imprensa.
FB é apontado pela polícia como o homem que ordenou o ataque ao helicóptero da PM em outubro de 2009. Três policiais morreram na queda do helicóptero.
No texto, o Ministério Público diz ainda que quer a quebra dos sigilos t
elefônico e bancário do atacante, como já havia sido pedido à Justiça pela 38ª DP (Brás de Pina). O MP deu um prazo máximo de 60 dias para a polícia concluir as investigações e apresentar o relatório final.

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